Subiria aos céus com muito riso
Pois vendo em sua face divina aurora
Sei que existe o paraíso
Você traz à minh’alma vivente
Como o sorriso duma criança
E a gloria, do amanhã, a estrela cadente.
Juro, por minh’alma, na sua presença,
Presença essa que me traz tanto gozo,
Por cada osculo que me dá tanto renovo,
Como “dos Anjos” eu era fadado
A repudiar essa divina ciência,
Perder-me em minha própria concupiscência
Mas Deus me deu a dádiva
De ter essa chama que arde sem dor.
E se eu derramar, talvez, alguma lágrima,
É meu peito que agradece o seu amor.

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